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		<title>Trabalho de Juliana Burigo em destaque no e-cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:37:37 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object id="ply" width="330" height="270" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="&amp;file=http://www.video.pr.gov.br/modules/video/upload/182705_ecultura0803bl01.flv&amp;image=http://www.video.pr.gov.br/modules/video/upload/imagem/182705_c1___333x250.jpg" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://www.video.pr.gov.br/modules/video/player.swf" /><embed id="ply" width="330" height="270" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.video.pr.gov.br/modules/video/player.swf" flashvars="&amp;file=http://www.video.pr.gov.br/modules/video/upload/182705_ecultura0803bl01.flv&amp;image=http://www.video.pr.gov.br/modules/video/upload/imagem/182705_c1___333x250.jpg" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" quality="high" /></object></p>
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		<title>Arte para passageiros</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:36:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem circula pelo terminal de ônibus do Campo Comprido já pode contemplar a obra da artista Juliana Burigo. Parte principal do projeto intitulado “O Teatro da Passagem”, proposto para o edital de arte urbana Travessias Subterrâneas 


Quem circula pelo terminal de transporte coletivo do Campo Comprido já pode contemplar a obra da artista Juliana Burigo. Parte principal do projeto intitulado “O Teatro da Passagem”, proposto para o edital de arte urbana Travessias Subterrâneas desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, trata-se do trabalho de uma artista que, dentre todos os selecionados, tem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><em>Quem circula pelo terminal de ônibus do Campo Comprido já pode contemplar a obra da artista Juliana Burigo. Parte principal do projeto intitulado “O Teatro da Passagem”, proposto para o edital de arte urbana Travessias Subterrâneas </em></p>
<p><span id="more-445"></span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><img class=" wp-image-446 aligncenter" title="juliana_burigo1" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2012/02/juliana_burigo1-1024x682.jpg" alt="" width="717" height="477" /></p>
<div>Quem circula pelo terminal de transporte coletivo do Campo Comprido já pode contemplar a obra da artista Juliana Burigo. Parte principal do projeto intitulado “O Teatro da Passagem”, proposto para o edital de arte urbana Travessias Subterrâneas desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, trata-se do trabalho de uma artista que, dentre todos os selecionados, tem menos envolvimento com a arte de rua.</div>
<div>“Não acredito que exista uma categoria chamada <em>arte de rua</em>. Simplesmente algo acontecer na rua ou em um museu não transforma as coisas em arte. Meu interesse não está nestas categorizações e sim na pesquisa artística”, comenta Juliana. Além da obra, no dia 06 de março acontecerá também um bate-papo com Juliana, a apresentação de um vídeo e a distribuição de uma publicação sobre o trabalho.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>A obra</strong></div>
<div>O trabalho é composto por dois desenhos que se relacionam com a extensão de 30 metros da travessia, ocupando o espaço físico/arquitetônico da passarela subterrânea com linhas longas e torcidas que se modificam conforme o espectador vai caminhando. “As linhas percorrem o espaço não apenas delimitando-o, como também tencionando seus limites por meio de suas curvaturas, extensões e pontos de encontro, numa forma retorcida que altera-se de acordo com o ponto de observação, fazendo com que o transeunte, ao se aproximar ou entrar no trabalho, visualize e perceba tanto o trabalho quanto o espaço”, explica.</div>
<div>Juliana usou moldes e tinta automotiva cor de rosa/magenta, em tonalidade criada especialmente para se destacar da cor do concreto. “Na passarela a cor da parede é pensada para disfarçar a ação cotidiana das pessoas e também imperfeições arquitetônicas, escondendo e atenuando tanto a sujeira como defeitos. A cor utilizada, a materialidade e o acabamento brilhante da tinta acabam por destacá-los, evidenciando as superfícies por onde passa: os buracos e grafismos no teto e nas paredes de concreto, um papel colado, o chão de petit pavé com um parafuso incrustado&#8230;”, ressalta a artista. Quem quiser pode parar para admirar as texturas e efeitos e ter uma relação mais intima com o trabalho, mas a arte também é compreendida por quem está só de passagem.</div>
<div>O projeto conta ainda com uma publicação que auxilia o público na compreensão da obra. Compreende um texto poético/analítico escrito pela artista Livia Piantavini junto a uma imagem em um folder que, montado, sugere o túnel e a obra realizada dentro dele, mostrando o projeto em 3D.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>A iniciativa da FCC</strong></div>
<div>A iniciativa da FCC busca aproximar a arte de um público diverso do que está acostumado às galerias e museus, expondo propostas, obras e intervenções em lugares inusitados na intenção de despertar o questionamento e a visão artística em diferentes perfis da população. O terminal do Campo Comprido, onde Juliana desenvolveu sua proposta, é servido por 19 linhas de ônibus e tem frequência média diária de 38,5 mil passageiros.</div>
<div>Cinco grupos de artistas participaram com intervenções nos terminais do Capão Raso, Vila Hauer, Campina do Siqueira, Campo Comprido e Cabral por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, com apoio financeiro de R$ 29 mil no total. Os artistas propõem a reflexão sobre questões da contemporaneidade e da vida nas grandes cidades.</div>
<div>De acordo com Roberto Alves, coordenador de Artes Visuais da FCC, o edital faz parte de um projeto que vem sendo desenvolvido com mais intensidade desde 2006 para fomentar a produção artística nos espaços/ambiente urbanos. Já houve iniciativas promovendo grafite, estêncil, interferências no vidro traseiro dos ônibus e agora nos espaços cedidos pelo transporte coletivo. “Temos uma parceria de sucesso com a URBs porque, além de tudo, nossa proposta revigora os espaços”, acrescenta o coordenador. Pode ser o começo de uma bela amizade artística.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>A artista</strong></div>
<div>Juliana Burigo nasceu em Curitiba (PR) em 1981 e graduou-se bacharel em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 2004. O trabalho no terminal do Campo Comprido é a segunda exposição individual de sua carreira. Já participou de diversas coletivas, entre elas o Estado da Arte: 40 anos de Arte Contemporânea no Paraná – 1970-2010, Expresso 2000, no Museu Oscar Niemeyer (2010); a 5ª Bienal Vento Sul no Centro Cultural Solar do Barão (2009) e o 60.° Salão Par<a name="_GoBack" href="http://doisdesenhosparatravessia.blogspot.com.br/p/release.html"></a>anaense (2003).</div>
<div></div>
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		<title>Arte a flor da pele</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:13:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Uma produção artística em constante movimento – esse é apenas um dos conceitos abordados na exposição Renovação, do artista plástico e tatuador Marco Teixeira, que acontece entre os dias 02 a 29 de fevereiro no Espaço Teix, no Batel Soho.
Para a mostra, Marco escolheu algumas fotografias e desenhos de sua produção recente mais expressiva – a tatuagem – e trabalhou com colagem, aplicou-as em objetos, painéis e nas paredes do estúdio, fazendo interferências criando, assim, novas obras.

 Licenciado em Desenho pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 1990, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-437 aligncenter" title="marco_teixeira_web" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/marco_teixeira_web.jpg" alt="" width="520" height="390" /></p>
<p>Uma produção artística em constante movimento – esse é apenas um dos conceitos abordados na exposição <em>Renovação</em>, do artista plástico e tatuador Marco Teixeira, que acontece entre os dias 02 a 29 de fevereiro no Espaço Teix, no Batel Soho.</p>
<p><span id="more-432"></span>Para a mostra, Marco escolheu algumas fotografias e desenhos de sua produção recente mais expressiva – a tatuagem – e trabalhou com colagem, aplicou-as em objetos, painéis e nas paredes do estúdio, fazendo interferências criando, assim, novas obras.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-436 aligncenter" title="renovacao_web" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/renovacao_web.jpg" alt="" width="520" height="390" /></p>
<p> Licenciado em Desenho pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 1990, Marco começou sua carreira nas artes gráficas. Trabalhou com criação, ilustração, layout, fotolitografia e serigrafia. Ministrou ainda aulas de Desenho Geométrico e Geometria Descritiva, mas sempre caminhando paralelamente com a necessidade premente de criação.</p>
<p>Sempre mostrou necessidade de se expressar transitando por várias linguagens. “Cada sentimento, cada inspiração demanda um suporte, uma técnica diferente”, explica. “E eu respondo a isso com desenho, escultura, gravura, pintura, fotografia e há 10 anos comecei a me dedicar profissionalmente à tatuagem”. Seu primeiro contato com a técnica foi em 1996, quando iniciou seus estudos dos mecanismos da tatuagem e do corpo humano como suporte.</p>
<p><strong> A linha que une a tattoo à arte</strong></p>
<p>“Foi um começo difícil. A tatuagem era ainda mais marginalizada e nenhum artista pensava em uni-la com a arte. Não havia tanta informação disponível nem referências e eu queria fazer algo autoral”, conta Marco. Seu trabalho foi o de desbravar esse caminho, inicialmente desenhando seus próprios catálogos e criando sobre os desenhos que lhe encomendavam. Por volta de 2002, sentiu que o mercado começava a se abrir, e a finalmente ter espaço para o que desenvolvia.</p>
<p>Suas linhas orgânicas e desenhos customizados exclusivamente para cada pessoa conquistaram um público fiel, que agora caminha pelas ruas com as obras de Marco estampadas no corpo. E foi assim, rompendo paradigmas e tatuando arte na pele, que nasceu a mostra que ocupa o Espaço Teix neste mês. “Ela reflete exatamente o meu estilo, pois une várias técnicas em suportes diversos: os desenhos que criei, as tatuagens que fiz e, depois, a minha interferência direta nessas obras, alterando e gerando novas possibilidades tanto das imagens quanto dos objetos, promovendo assim a <em>Renovação</em>”, finaliza.</p>
<p><strong>O Estúdio Teix</strong></p>
<p>Criado em 2011 junto ao estúdio de tatuagem Teixtattoo, o Estúdio Teix firma-se no cenário curitibano como um espaço para mostra de exposições e trabalhos autorais, realização de cursos, oficinas de troca de conhecimento, experiências e projetos relacionados à arte e à produção cultural. Sua localização central, em pleno Batel Soho, o pontua como ambiente ideal para receber eventos com características de intercâmbio cultural.</p>
<p>Dentre os eventos que recebeu em 2011, destacam-se os objetos de arte da série Poéticos Percursos, de Ana Procopiak &#8211; exposição que reuniu pinturas, gravuras, fotografias e fotocolagens; a oficina Como Escrever Crônicas, com a escritora Isabel Furini, e a exposição Paisage et L’intimité, das artistas Sandra Hiromoto e Claudia de Lara, que abriu a Semana de Oficinas Criativas promovida pelo Estúdio.</p>
<p><strong>Serviço</strong>:</p>
<p><strong>Exposição Renovação &#8211; Imagens e interferências de Marco Teixeira<br />
</strong>Estúdio Teix &#8211; De 02 a 29 de fevereiro<br />
De segunda a sexta das 10h às 19h, sábados das 10h às 17h<br />
Rua Vicente Machado, 666 – Batel Soho Curitiba – PR<br />
Fone: (41) 3018-2732</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="size-full wp-image-434 aligncenter" title="convite_teix02fev2012" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/convite_teix02fev2012.jpg" alt="" width="283" height="283" /></p>
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		<title>Finnacena comemora um ano de atuação</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 11:28:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 2011, o escritório de arte ajudou a divulgar artistas paranaenses no cenário nacional

Em comemoração ao sucesso de seu primeiro ano de atuação, a Finnacena Escritório de Arte promove uma festa no próximo dia 29 de outubro. O local escolhido é a já famosa casa do artista Cleverson Antunes Oliveira, parceiro dos produtores desde o início da empresa e palco de diversos outros eventos da cena cultural de Curitiba.
Além da comemoração, a ocasião serve de um ponto de encontro que possibilita a ampliação da rede de relacionamentos dentro do universo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em 2011, o escritório de arte ajudou a divulgar artistas paranaenses no cenário nacional</em><span id="more-413"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-415 aligncenter" title="finnaumano" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/finnaumano.jpg" alt="" width="529" height="709" /></p>
<p>Em comemoração ao sucesso de seu primeiro ano de atuação, a Finnacena Escritório de Arte promove uma festa no próximo dia 29 de outubro. O local escolhido é a já famosa casa do artista Cleverson Antunes Oliveira, parceiro dos produtores desde o início da empresa e palco de diversos outros eventos da cena cultural de Curitiba.</p>
<p>Além da comemoração, a ocasião serve de um ponto de encontro que possibilita a ampliação da rede de relacionamentos dentro do universo artístico da cidade. Em meio a drinks, comidinhas e boa música, o evento contará com intervenções de Fernando Rosenbaum e uma sala de projeções com uma seleção especial de vídeos arte.</p>
<p><strong>Conquistas</strong></p>
<p>Criada pelos produtores curitibanos Ana Rocha e Igor Dantas Granja em outubro de 2010, a Finnacena presta assessoria cultural para artistas e na gestão de projetos de artes visuais, desde sua concepção e pré-produção até a prestação de contas. E, nesse curto período, já contabilizou alguns sucessos.</p>
<p>“Conseguimos aprovar 50% dos projetos que apresentamos nas leis de incentivo”, conta Igor. Uma das grandes conquistas foi a exposição O Espaço Aberto, realizada em julho no espaço da Caixa Cultural, em Brasília. “Fomos responsáveis desde pela escolha do artista e curadoria até produção. E, mesmo sendo uma exposição conceitual, com instalações, a aceitação e a repercussão foram muito boas”.</p>
<p>Foi lá que surgiu o convite para participarem da 6.ª VentoSul – Bienal de Curitiba, que ainda está acontecendo na cidade. Ana e Igor foram responsáveis pela produção do Museu da Gravura e do Museu da Fotografia, no Solar do Barão, da Galeria Julio Moreira e por algumas intervenções urbanas e instalações em espaços como a Praça Tiradentes e a Ópera de Arame.</p>
<p>Ana e Igor promoveram ainda exposições no próprio espaço do escritório, como a coletiva de inauguração em outubro de 2010, com Maikel da Maia, André Rigatti, Cleverson Antunes de Oliveira, William Santos e Hugo Mendes &#8211; artistas parceiros da FinnaCena &#8211; e uma mostra individual de Hugo Mendes com objetos e desenhos.</p>
<p><strong>Expectativas</strong></p>
<p>“Nesse pouco tempo, já ganhamos muita credibilidade no meio artístico. Isso possibilitou mais procura pela nossa assessoria e a abertura para novos projetos”, comemora Igor. “Existem alguns ainda em execução para 2011 e estamos fechando uma parceria que deve gerar grandes investimentos na área da cultura, coisas inéditas vão acontecer na cidade”, finaliza.</p>
<p><strong>Serviço</strong>:<br />
Festa Finnacena um ano<br />
<strong>Data</strong>: 29/10/2011<br />
<strong>Local</strong>: Casa do Cleverson<br />
<strong>Endereço</strong>: rua João leopoldo jacomel, 70 (entrada pela av. brasília) – Pinhais<br />
<strong>Atrações</strong>: Música com Dj Manolo Neto e Jaime Silveira<br />
Intervenções de Fernando Rosenbaum e projeções de vídeo arte<br />
<strong>Entrada gratuita</strong></p>
<p><strong>Mapa</strong>: <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?msid=209616755880818217230.0004a5b2191e33b2457db&amp;msa=0&amp;ll=-25.459562%2C-49.09524&amp;spn=0.00179%2C0.002889" target="_blank">http://maps.google.com.br/maps/ms?msid=209616755880818217230.0004a5b2191e33b2457db&amp;msa=0&amp;ll=-25.459562%2C-49.09524&amp;spn=0.00179%2C0.002889</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro de sociólogo retrata a Street Art</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:36:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Durante o XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), realizado na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, foram lançados e relançados vários livros. Dentre eles, o “Em Busca do tempo perdido” do fotógrafo e sociólogo José Angelo da Silva. Uma das particularidades desse livro é que ele possui uma edição única de apenas 200 exemplares numerados e assinados pelo autor.


As imagens clássicas associadas ao Koan (??) e ao Satori (??) são, por certo, as do imaginário religioso japonês: monges de cabeças luzidias, tigelas, bastões e a atitude “tranquila e infalível” a que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"><img class="alignright" style="margin: 6px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JUTYMW5mrUs/TjKsHPLXkII/AAAAAAAAA-I/wmQLNSpgDsk/s1600/_MG_6056.jpg" alt="" width="230" height="346" />Durante o XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), realizado na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, foram lançados e relançados vários livros. Dentre eles, o “Em Busca do tempo perdido” do fotógrafo e sociólogo José Angelo da Silva. <span id="more-391"></span>Uma das particularidades desse livro é que ele possui uma edição única de apenas 200 exemplares numerados e assinados pelo autor.</span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;">As imagens clássicas associadas ao <em>Koan </em>(??) e ao <em>Satori</em> (??) são, por certo, as do imaginário religioso japonês: monges de cabeças luzidias, tigelas, bastões e a atitude “tranquila e infalível” a que se refere Caetano Veloso em “Um Índio”. Nenhuma dessas imagens passa, definitivamente, pela metrópole efêmera, que não merece de seus habitantes maior atenção exatamente porque eles a vivenciam em uma pressa eterna. Pois é nesse cenário que o fotógrafo e sociólogo Angelo José da Silva descobriu e revelou uma série de possíveis <em>Koans,</em> apresentados em seu livro.</span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;">O núcleo da obra são imagens de <em>Street Art</em> – grafites, pichações, lambes, estênceis, stickers e suas combinações na cena urbana – que, ao serem capturadas, mostram uma insuspeita porção <em>Koan</em>. Isso porque, normalmente invisíveis, são capazes de revelar um poderoso conteúdo a quem abandona o olhar <em>blasé</em>. Como verdadeiro <em>Koan</em>-e-<em>Satori</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;">, enfim, que não estala o chicote por um Buda entronizado, mas por uma transformadora experiência de subjetividade.<br />
<strong><br />
Alquimia – </strong>Se há <em>Satori, </em>é sinal de que o <em>Koan </em>foi bem-sucedido. Partindo dessa premissa, encontramos no livro muitos traços de “iluminação”<em>. </em>As imagens que a ilustram, afinal, são leituras e devoluções elaboradas em termos ao mesmo tempo sutis e firmes, subjetivos, algo que transparece no próprio processo de produção: inicialmente percebidas pelo olhar, depois fotografadas em filme, digitalizadas, convertidas em serigrafia e repostas no mundo como algo novo, original e precioso. Um trabalho, enfim, digno do aplauso de uma mão só.</span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Em Busca do Tempo Perdido</strong>, de José Angelo da Silva. Editado por Daniel Barbosa (Editora Caderno Listrado). Edição única, 88 p.Curitiba, 2010.</span></p>
</div>
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		<title>Pesquisador recomenda estudo aprofundado da cultura chinesa</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:29:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Dwyer]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[XV Congresso Brasileiro de Sociologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tom Dwyer diz que é preciso conhecer melhor o país com o qual estamos aumentando os intercâmbios comerciais ou culturais

Em uma visita à Embaixada do Brasil, em Pequim, o sociólogo Tom Dwyer ouviu o embaixador dizer a ele a outros colegas ali presentes que já era hora de todas as áreas do conhecimento no Brasil estudarem a questão da China. “Saímos dali silenciosos, cientes do fardo lançado sobre nós a partir daquele momento”, brincou o professor titular da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, que desde então passou a pesquisar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tom Dwyer diz que é preciso conhecer</em><em> melhor o país com o qual estamos aumentando os intercâmbios comerciais ou culturais</em><span id="more-389"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-394 aligncenter" title="HMD_6848" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2011/07/HMD_6848-1024x681.jpg" alt="" width="368" height="245" /></p>
<p>Em uma visita à Embaixada do Brasil, em Pequim, o sociólogo Tom Dwyer ouviu o embaixador dizer a ele a outros colegas ali presentes que já era hora de todas as áreas do conhecimento no Brasil estudarem a questão da China. “Saímos dali silenciosos, cientes do fardo lançado sobre nós a partir daquele momento”, brincou o professor titular da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, que desde então passou a pesquisar as relações entre o Brasil e a China.</p>
<p>Dwyer falou sobre o tema “A China e o Brasil – Mudanças, Permanências e Desafios Para a Sociologia Brasileira” em conferência realizada hoje pela manhã, no XV Congresso Brasileiro de Sociologia, que termina hoje na Reitoria da Universidade Federal do Paraná. “Há pouco tempo, tudo o que acontecia na China era irrelevante no Brasil. Mas, de uma maneira súbita, as relações com aquele país passaram a ocupar um lugar central no processo de alteração da posição do Brasil no mundo. Mas este é um encontro de muitos perigos”, alerta o pesquisador que vem estudando, particularmente, aspectos relacionados à juventude chinesa.</p>
<p>Para Dwyer, neozelandês radicado há quase 30 anos no Brasil, é preciso começar a agir por aqui como os chineses já vem fazendo há muitos anos, ou seja, conhecer melhor o país com o qual vêm estreitando cada vez mais o número de fluxos e intercâmbios comerciais ou culturais. “Se as populações de nossos países, e sobretudo aqueles que agem nas esferas da política e internacional, não chegam a se conhecer melhor, aprender a se respeitar, os inevitáveis conflitos que surgirão podem se agravar”, diz.</p>
<p>Ele aponta falhas em relação ao aprendizado do mandarim nas universidades, que ainda não se debruçaram com mais afinco sobre o país asiático para enfrentar os desafios trazidos pelas novas relações entre Brasil e China. “Só em Pequim, há sete universidade com curso de Português; aqui, somente a Universidade Estadual de São Paulo – USP. Os empresários e diplomatas chineses sabem falar o português perfeitamente, e o contrário ainda não acontece. Os sociólogos da China já traduziram obras de brasileiros como Fernando Henrique Cardoso, Celso Furtado, entre outros, e nós, o que conhecemos da Sociologia chinesa?”.</p>
<p>Surge também a necessidade de se formar tradutores especializados em Ciências Sociais para evitar equívocos de interpretação. “Os chineses têm conceitos sociológicos que têm a ver com a cultura, que inclui o equilíbrio, e que os tradutores por vezes suprimem por não compreenderem”, diz. Ele lembra que na China há cinco pontos cardeais: além de Norte, Sul, Leste e Oeste, há o Centro como direção. “Ou seja, o equilíbrio que orienta o povo chinês”, diz Dwyer.</p>
<p>O pesquisador aponta que é preciso lançar um olhar mais cuidadoso sobre a sociedade chinesa. “Pela imprensa ficamos sabendo que a China se tornou um país capitalista. É uma visão reducionista, a China é outra coisa”, diz. Ele explica que o país vive um momento de transição socialista em que são enfraquecidos os laços entre população e Estado. “Isso provoca uma clivagem entre os ‘poderosos’, as elites políticas e intelectuais, e os ‘fracos’, ou seja, aqueles que não são ligados ao partido, que gera uma grande desigualdade”, conta. Mas essa desigualdade, explica, não se traduz em miséria. “A miséria não foi erradicada, mas hoje é difícil identificá-la em um país que vive um renascimento impressionante, comparável ao que viveu durante a Dinastia Tang, entre os anos 618 e 907”, conta.</p>
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		<title>Por um outro modelo de desenvolvimento rural</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:23:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento rural]]></category>
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		<description><![CDATA[Referência em sociologia agrária no Brasil, Maria de Nazareth Wanderley concedeu palestra sobre o tema no XV Congresso Brasileiro de Sociologia

Após receber na noite da última terça-feira o prêmio Florestan Fernandes (o mais importante da Sociologia Brasileira) por suas contribuições para a compreensão do mundo rural, a socióloga Maria de Nazareth Wanderley ministrou na manhã de ontem na Reitoria da UFPR, dentro do XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia, a conferência “A Sociologia do Mundo Rural e as Questões da Sociedade no Brasil Contemporâneo”. Maria de Nazareth é doutora ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Referência em sociologia agrária no Brasil, Maria de Nazareth Wanderley concedeu palestra sobre o tema no XV Congresso Brasileiro de Sociologia<span id="more-387"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-397" title="CF03_8042" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2011/07/CF03_8042.jpg" alt="" width="582" height="529" /></p>
<p>Após receber na noite da última terça-feira o prêmio Florestan Fernandes (o mais importante da Sociologia Brasileira) por suas contribuições para a compreensão do mundo rural, a socióloga Maria de Nazareth Wanderley ministrou na manhã de ontem na Reitoria da UFPR, dentro do XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia, a conferência “A Sociologia do Mundo Rural e as Questões da Sociedade no Brasil Contemporâneo”. Maria de Nazareth é doutora em Sociologia pela Universidade de Paris X (Nanterre), docente aposentada da Universidade de Campinas (Unicamp) e, atualmente, leciona na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>“O convite para essa conferência decorreu do prêmio que recebi. Então, era natural que eu me debruçasse sobre a obra de Florestan Fernandes”, observou a pesquisadora na abertura da conferência. Ela guiou suas reflexões pessoais sobre o mundo rural na sociedade brasileira contemporânea a partir de ideias-chave do sociólogo e político paulistano. “Para Florestan, a mudança social brasileira é marcada pelo embate entre a modernização e as forças sociais herdadas do sistema colonial, do antigo regime”, disse.</p>
<p>Maria Nazareth observou que a realidade agrária do país pouco mudou com a modernização agrícola. “Florestan Fernandes observou que há uma atrofia da economia agrária, que faz com que as massas rurais estejam condenadas à degradação, à marginalização. Ainda prevalecem os interesses de uma sociedade patriarcal. O empresário industrial age da mesma forma que o antigo senhor.” Segundo ela, a grande empresa agrícola só existe na aparência. “Vivemos em um mundo moderno de raízes arcaicas, como se pode perceber pelos casos de exploração e mortes de trabalhadores nas colheitas de cana-de-açúcar, pela força da bancada ruralista no Congresso Nacional e pelo assassinato de pequenos agricultores nos rincões do país”, apontou.</p>
<p>A professora observou ainda que, na sociedade moderna, o mundo rural não se opõe ao urbano, pelo contrário, seu desenvolvimento depende do dinamismo das cidades. Mas, para isso, é preciso romper a polarização entre as forças sociais que representam a dinâmica das mudanças sociais e as estruturas arcaicas, paradoxalmente representadas por setores dominantes que realizam a modernização da agricultura.</p>
<p>Ela usou dois exemplos para demonstrar como, no Brasil, as formas de dominação no campo ainda se traduzem pela posse da terra. “Um jovem holandês que deseja ser agricultor precisa ser herdeiro de pais agricultores e investir unicamente na capacidade de trabalho, pois não poderá obter novas terras. Um jovem investidor brasileiro que decide plantar soja deve adquirir uma grande extensão de terra. Ou seja, a propriedade é o seu passaporte para a ascensão como empresário agrícola”, explicou. “E, assim, persistem as desigualdades que mantém o homem do campo em uma situação de devastação e com suas capacidades subaproveitadas.”</p>
<p>Para Maria de Nazareth Wanderley, os inúmeros movimentos sociais nascidos no seio das comunidades rurais são as verdadeiras forças modernas que provêem as mudanças sociais no campo. “É grande o número de organizações, associações que animam os espaços rurais e tentam construir as bases de outro modelo de desenvolvimento rural.”</p>
<p>Até sexta-feira (29), o XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia seguirá com uma programação de conferências, grupos de trabalho, sessões especiais e debates sociológicos de alto nível, com pesquisadores de todo o Brasil e do Exterior.  A programação completa pode ser conferida no site <a href="http://www.sbs2011.sbsociologia.com.br/" target="_blank">www.sbs2011.sbsociologia.com.br</a>.</p>
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		<title>Livro de socióloga analisa iniciativa de levar justiça para mais perto do povo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:20:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A justiça perto do povo: reforma e gestão de conflitos” foi lançado ontem em Curitiba no XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia

A professora e doutora em Sociologia Jacqueline Sinhoretto lançou ontem (26), em Curitiba, o livro “A justiça perto do povo: reforma e gestão de conflitos”, que analisa a administração de conflitos a partir dos Centros de Integração da Cidadania (CIC). Este lançamento fez parte das atividades do XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), que está sendo realizado na Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Sinhoretto explica que os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>“A justiça perto do povo: reforma e gestão de conflitos” foi lançado ontem em Curitiba no XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia</em><span id="more-380"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-381 aligncenter" title="Foto: Eduardo Macarios (www.eduardomacarios.com.br)" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2011/07/livro-682x1024.jpg" alt="" width="286" height="430" /></p>
<p style="text-align: left;">A professora e doutora em Sociologia Jacqueline Sinhoretto lançou ontem (26), em Curitiba, o livro “A justiça perto do povo: reforma e gestão de conflitos”, que analisa a administração de conflitos a partir dos Centros de Integração da Cidadania (CIC). Este lançamento fez parte das atividades do XV Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), que está sendo realizado na Universidade Federal do Paraná (UFPR).</p>
<p>Sinhoretto explica que os CICs, em funcionamento em alguns estados como São Paulo, estão normalmente localizados em periferias, onde diversas instituições pertencentes ao campo da justiça atendem ao mesmo tempo: polícia civil, polícia militar, promotoria, juizado e a mediação alternativa dos conflitos. Os CICs são resultantes de iniciativas de juízes, promotores e delegados comprometidos com a democratização da justiça. Eles começaram aparecer no final da década de 80 e início dos anos 90, já de olho na reforma do Judiciário, ocorrida em 2004 e que não contemplou a contento as mudanças desejadas por parcelas mais avançadas da sociedade.</p>
<p>“Não é só no Brasil que há essa pressão para que a justiça se abra mais, com mais democracia”, diz a autora. No caso específico dos CICs, o que se vê é uma tentativa de expandir a atuação da justiça, mais próxima do cidadão e rápida. Entretanto, a qualidade não é a mesma da justiça ordinária, justamente pela rapidez que se exige na conciliação. “Uma conclusão é que se expande o acesso à justiça, mas não se expande o estado de direito”, analisa Sinhoretto.</p>
<p><strong> Sobre a autora</strong> &#8211; Jacqueline Sinhoretto é professora adjunta da Universidade Federal de São Carlos/Departamento de Sociologia. Tem experiência em Sociologia da Administração da justiça e Sociologia da Violência, atuando principalmente nos seguintes temas: administração institucional de conflitos, acesso à justiça, violência, segurança pública, sistema de justiça.</p>
<p><strong>O livro </strong>- “A justiça perto do povo: reforma e gestão de conflitos”.</p>
<p>Editora Alameda, 438 páginas, São Paulo, 2011</p>
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		<title>Congresso da SBS homenageia grandes nomes da Sociologia Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 13:34:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Professores, pesquisadores e estudantes lotaram o Centro de Convenções de Curitiba na noite dessa terça-feira (26) para a cerimônia de abertura do XV Congresso Brasileiro de Sociologia, que acontece até sexta-feira em salas, auditórios e em uma tenda armada no pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná. O evento – o mais importante da Sociologia no Hemisfério Sul &#8211; foi oficialmente aberto pela presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia, a professora Celi Scalon. &#8220;Com 62 anos de história, a SBS acompanha de perto todos os movimentos da Sociologia, vivenciando suas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"><img title="Foto: Eduardo Macarios (www.eduardomacarios.com.br)" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2011/07/MG_5852-1024x682.jpg" alt="Celi Scalon, presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia, entrega gravura de Denise Roman ao sociólogo Luiz Werneck" width="430" height="286" /><p class="wp-caption-text">Celi Scalon, presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia, entrega gravura de Denise Roman ao sociólogo Luiz Werneck. Foto de Eduardo Macarios</p></div>
<p>Professores, pesquisadores e estudantes lotaram o Centro de Convenções de Curitiba na noite dessa terça-feira (26) para a cerimônia de abertura do XV Congresso Brasileiro de Sociologia, que acontece até sexta-feira em salas, auditórios e em uma tenda armada no pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná. O evento – o mais importante da Sociologia no Hemisfério Sul &#8211; foi oficialmente aberto pela presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia, a professora Celi Scalon. &#8220;Com 62 anos de história, a SBS acompanha de perto todos os movimentos da Sociologia, vivenciando suas permanentes mudanças. Daí o tema geral deste Congresso: ‘Mudanças, Permanências e Desafios Sociológicos’&#8221;, observou.</p>
<p>&#8220;É a primeira vez na história da nossa universidade, que em 2012 completa cem anos, que sediamos o Congresso mais importante da Sociologia brasileira. Desejo que vivamos esses dias como se vive uma festa&#8221;, declarou José Miguel Rasia, professor da UFPR e presidente do comitê organizador do evento.</p>
<p>Para o Departamento de Sociologia da UFPR, sediar a 15ª edição deste evento que reúne bienalmente os mais importantes sociólogos do Brasil e do exterior tem simbologia especial. &#8220;Com mais de 60 anos de existência, a SBS é uma jovem senhora. Esta edição representa um rito de passagem, da adolescência para a vida adulta&#8221;, disse Ana Luisa Sallas, professora da UFPR e secretária geral da SBS. Segundo ela, o grande número de trabalhos inscritos nas sete conferências, 31 mesas-redondas, 32 grupos de trabalho, quatro fóruns e sete sessões especiais vão possibilitar um intercâmbio de ideias, conhecimentos e múltiplos modos de interpretar o presente.</p>
<p>Também participaram da mesa o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, e o vice-reitor, Rogério Andrade Mulinari. &#8220;Vibro quando vejo a universidade cheia, mesmo nas férias. Uma universidade cidadã tem o papel de servir de casa para debates como esse&#8221;, disse o reitor, agradecendo a compreensão de parte dos funcionários que trabalharam no evento mesmo durante a greve da categoria.</p>
<p><strong>Homenagens &#8211; </strong>Os momentos mais emocionantes da abertura do Congresso aconteceram durante a entrega do prêmio Florestan Fernandes para os sociólogos Maria de Nazareth Baudel Wanderley, da Universidade Federal de Pernambuco, e Luiz Werneck Viana, da PUC-Rio. Impossibilitada de participar do evento, Heloísa Fernandes, filha do renomado sociólogo que dá nome ao prêmio (criado em 2003 pela SBS e que já premiou personalidades como o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso), enviou uma carta em que parabeniza Maria Nazareth por seus conhecimentos e seu trabalho com o mundo rural. Na carta, Heloísa Fernandes parabenizou Luiz Werneck Viana, saudando-o por &#8220;se manter um sociólogo socialista, como Florestan&#8221;.</p>
<p>Luiz Werneck Viana também recebeu um presente especial: uma gravura da artista paranaense Denise Roman. Rompendo o protocolo e para evitar – em suas próprias palavras &#8211; &#8220;o tom de comício&#8221;, o sociólogo fez um discurso improvisado. &#8220;Essa homenagem, no ano em que completo 72 anos, surge como mais um acidente nessa minha vida tão acidentada&#8221;, brincou, relembrando sua trajetória intelectual, intimamente relacionada aos principais momentos históricos recentes do país, como a ditadura militar e a redemocratização.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img title="Foto: Eduardo Macarios (www.eduardomacarios.com.br)" src="http://casa6.com.br/site/wp-content/uploads/2011/07/MG_5967-1024x682.jpg" alt="" width="430" height="286" /><p class="wp-caption-text">Maria Nazareth Wanderley recebe da Secretária Geral da SBS, Ana Luisa Sallas, o prêmio Florestan Fernandes.</p></div>
<p>Werneck ressaltou a importância da Sociologia em um momento em que o país vive um crescimento econômico questionável. &#8220;Há um desejo de projeção do capitalismo brasileiro no mundo. Mas queremos entrar nesse festim? Solidariedade e fraternidade são valores da tradição brasileira que vêm sendo erodidos por essa lógica da economia. A sociedade não pode ser prisioneira de um mundo sistêmico, cuja lógica passa longe de seus valores.&#8221;</p>
<p>Em seu discurso, Maria de Nazareth Baudel Wanderley &#8211; doutora em Sociologia pela Universidade Paris X (Nanterre) -, lembrou que o sociólogo precisa &#8220;conhecer para reconhecer&#8221;. &#8220;Foram os contatos com as pessoas no campo que construíram meu caminho, a eles devo o enriquecimento, sobretudo, da minha experiência humana&#8221;, lembrou a professora pernambucana, que tem diversos livros publicados sobre Sociologia Rural. Ao concluir seu discurso, alertou: &#8220;O sociólogo faz da linguagem tomada de consciência e aumento de lucidez.&#8221;</p>
<p><strong> Serviço &#8211; </strong>15º Congresso Brasileiro de Sociologia. De 26 a 29 de julho, na Reitoria da Universidade Federal do Paraná.  A programação completa está no site <a href="http://www.sbs2011.sbsociologia.com.br/" target="_blank">www.sbs2011.sbsociologia.com.br</a>.</p>
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		<title>Programação cultural do XV Congresso Brasileiro de Sociologia</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 21:26:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lançamentos de livros, vídeos inéditos e shows musicais marcarão a programação cultural do XV Congresso Brasileiro de Sociologia, que acontece de 26 a 29 de julho (terça a sexta-feira) na Reitoria da Universidade Federal do Paraná. O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) e realizado pela primeira vez em Curitiba, receberá cerca de duas mil pessoas de todo o país e do exterior. Elas participarão de sete conferências, 31 mesas redondas, 32 grupos de trabalho, quatro fóruns e sete sessões especiais.
A maior parte dos eventos culturais é gratuita e aberta ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançamentos de livros, vídeos inéditos e shows musicais marcarão a programação cultural do XV Congresso Brasileiro de Sociologia, que acontece de 26 a 29 de julho (terça a sexta-feira) na Reitoria da Universidade Federal do Paraná. O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) e realizado pela primeira vez em Curitiba, receberá cerca de duas mil pessoas de todo o país e do exterior. Elas participarão de sete conferências, 31 mesas redondas, 32 grupos de trabalho, quatro fóruns e sete sessões especiais.</p>
<p>A maior parte dos eventos culturais é gratuita e aberta ao público acontece na grande tenda que foi armada no pátio da Reitoria. Entre eles estão os shows do Trio Lamara, de música brasileira, que acontecem no dia 27 (quarta-feira) das 17 às 19 horas e no dia 29 (sexta-feira) às 12 às 14 horas, e do grupo de choro Chorodito, no dia 28 (quinta-feira) das 17 às 19 horas.</p>
<p>A principal atração cultural do Congresso é a Orquestra Rabecônica do Brasil, que se apresenta no dia 28 (quinta-feira), a partir das 20h30, no Teatro da Reitoria. O espetáculo “Açucena”, idealizado e dirigido por Aorélio Domingues em parceria com Mariana Zanette, na parte teatral, e Carla Zago, na parte musical, é uma opereta popular que leva ao palco a musicalidade, a fé e os hábitos caiçaras a partir da história de uma jovem que sonha com o amor. Rabecas, rabeolas, violas, percussão, rabecão e rabecona são os instrumentos confeccionados artesanalmente por Aorélio Domingues, Dênis Carvalho Lang e Rodrigo Melo para a realização do projeto, que visa inserir a arte típica do litoral paranaense no cenário cultural brasileiro.</p>
<p><strong>Documentários &#8211; </strong>O comitê de avaliação do Congresso também selecionou cinco documentários brasileiros recentes e inéditos, de abordagem sociológica, para exibição aberta ao público e gratuita. No dia 27 (quarta-feira), às 18h45, três deles serão exibidos simultaneamente em salas do 3º andar do Edifício Dom Pedro II, na Reitoria. Na sala EP4, “Caminhos da Memória. Miriam Moreira Leite”, com direção de Ana Lúcia Ferraz, Andréa Barbosa e Francirosy Ferreira, traz uma biografia da antropóloga que sublinha os temas aos quais ela dedicou a sua vida: sua relação com a fotografia, o teatro, as Ciências Sociais, o casamento, o feminismo e a pesquisa imagética.</p>
<p>A relação afetuosa do crítico de arte Mário Pedrosa com jovens artistas de sua época, como Hélio Oiticica, Lygia Pape e Abraham Palatnik, é o tema de “Formas do Afeto: Um Filme Sobre Mário Pedrosa”, dirigido por Nina Galanternick, exibido na sala EP4. Com sensibilidade, o vídeo apresenta um viés pouco explorado de relação entre crítico e artista, ao mesmo tempo em que utiliza as potencialidades do audiovisual para representar as obras de arte dos artistas mencionados.</p>
<p>Na sala EP2, a produção de Clarice Peixoto, “Gisèle Omindarewa”, reconstitui a trajetória da personagem-título, uma francesa de origem burguesa que conheceu o Candomblé e se tornou uma importante mãe-de-santo. O filme narra as várias fases da vida da personagem: sua participação na resistência francesa ao lado do pai, de sua vida como mulher de diplomata na África, a sua iniciação no Candomblé nos anos 1960 e, principalmente, da sua atuação como mãe-de-santo na Baixada Fluminense.</p>
<p>No dia 28 (quinta-feira), na sala EP2, às 18h45, serão exibidos mais dois vídeos. Os diretores Emilio Domingos e Cavi Borges revelam um aspecto ainda pouco conhecido do tradicional bairro boêmio da Lapa, no Rio de Janeiro. “L.A.P.A.” mostra que, além de reduto de sambistas, a Lapa  também é ponto de encontro de MCs e espaço importante da cultura Hip Hop no país. Por fim, o documentário “Migrantes”, dirigido por Beto Novaes e Francisco Alves, aborda os motivos que levam jovens do Maranhão e do Piauí a trabalhar na safra de cana de açúcar em São Paulo, assim como as condições de trabalho e vida nos canaviais e cidades dormitório.</p>
<p><strong>Serviço &#8211; </strong>XV Congresso Brasileiro de Sociologia, de 26 a 29 de julho (terça a sexta-feira) na Reitoria da UFPR. Cerimônia oficial de abertura, dia 26 às 17 horas, no Centro de Convenções de Curitiba.  A programação completa do evento está disponível em <a href="http://www.sbs2011.sbsociologia.com.br/" target="_blank">www.sbs2011.sbsociologia.com.br</a>.</p>
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